quarta-feira, 18 de maio de 2016


Atuação do Biomédico

Atuação do Biomédico
Análises Clínicas: Realizar exames de Análises Clínicas; Assumir a responsabilidade técnica e firmar os respectivos laudos; Assumir e executar o processamento de sangue, suas sorologias e exames pré-transfussionais; Assumir chefias técnicas, assessorias e direção destas atividades;


Atuação do Biomédico:Análises Ambientais: Realizar análises físico-químicas e microbiológicas para o saneamento do meio ambiente.


Atuação do Biomédico

Indústrias: Atuar em indústrias químicas e biológicas na elaboração de soros, vacinas e reagentes.

Atuação do Biomédico:Análises Bromatológicas: Realizar análises para aferição de qualidade dos alimentos.

Atuação do Biomédico

Biologia Molecular: Realizar coleta de materiais, análise, interpretação, emissão e assinatura de laudos e de pareceres técnicos.

Atuação do Biomédico
Genética:
Participar de pesquisas em todas as áreas da genética, como coordenador ou membro da equipe; Realizar exames de Citogenética Humana e Genética Humana Molecular (DNA), realizando as culturas, preparações citológicas e análises; Assumir a responsabilidade técnica, elaborando e firmando os respectivos laudos e transmitindo os resultados dos exames laboratoriais a outros profissionais, como consultor, ou diretamente aos pacientes, como aconselhador genético.
Reprodução Humana:
Atuar em Identificação e Classificação oocitária; Processamento Seminal; Espermograma; Criopreservação Seminal; Classificação embrionária; Criopreservação Embrionária; Biópsia Embrionária e Hatching; Atuar em Embriologia. Realizar a manipulação de gametas (oócitos e espermatozóides) e pré-embriões.

Atuação do Biomédico
Citologia Oncótica:
Realizar colheita de material cérvico vaginal e leitura da respectiva lâmina, exceto a colheita de material através da técnica de Punção Biópsia Aspirativa por Agulha Fina (PAAF); Realizar a leitura de citologia de raspados e aspirados de lesões e cavidades corpóreas, através da metodologia de Papanicolaou; Atuar no setor de imunohistoquímica e imunocitoquímica, referente ao diagnóstico citológico; Assumir responsabilidade técnica, firmando os respectivos laudos.
quarta-feira, 15 de agosto de 12

Atuação do Biomédico
Banco de Sangue:
Executar o processamento de sangue e suas sorologia; Realizar exames pré e pós transfusionais; Assumir chefias técnicas, assessorias e direção de unidades; Manusear equipamentos de auto-transfusão; O profissional legalmente habilitado nesta área poderá exercer todas as atividades inerentes a este campo, com exceção do ato transfusional. A responsabilidade técnica deve ficar a cargo de um médico especialista em Hemoterapia e / ou Hematologia.



Atuação do Biomédico
Acupuntura: Realizar atendimento em consultório voltado à atividade e procedimentos de Acupuntura; Aplicar o diagnóstico energético (complementar ao
diagnóstico clínico nosológico); Aplicar procedimentos técnicos para promoção do equilíbrio energético - orgânico; Exercer atividades ligadas à docência e pesquisa.



Atuação do Biomédico
Imagenologia:
Atuar em Tomografia computadorizada (TC), Ressonância Magnética (RM), Medicina nuclear (MN), Radioterapia (RT), ultra-sonografia (USG) e radiologia médica, excluída a interpretação de laudos. No que se refere à Tomografia Computadorizada e à Ressonância Magnética, as áreas mais significativas são: Operação de equipamentos; Desenvolvimento de protocolos de estudo e examinação; Desenvolvimento de novas técnicas Coordenação de grupos de colaboradores, administração e gestão de conteúdo e contingente dos setores.

Atuar em exame de ultra-sonografia. Por ser um exame praticamente médico dependente (o laudo será elaborado pelo executante do exame) tem poucos Biomédicos atuando neste seguimento quando comparado a TC e RM; Atuar no campo da Informática Médica, exercendo atividades no produto final dos exames, seja o conteúdo de dados ou armazenamento das imagens adquiridas. Os sistemas HIS (Hospital Information System), RIS (Radiology Information System) e PACS (Picture Archiving in Communication System) estão sendo implantados nos centros de diagnósticos e necessitam de profissionais Biomédicos para atuar neste seguimento.


Atuação do Biomédico
Coleta de materiais:
• Realizar toda e qualquer coleta de amostras biológicas para realização dos mais diversos exames, como
também supervisionar os respectivos setores de coleta de materiais biológicos de qualquer estabelecimento que a isso se destine.
• Excetuam-se as biópsias, coleta de líquido, cefalorraquidiano (liquor) e punção para obtenção de líquidos cavitários em qualquer situação.



Atuação do Biomédico
No exercício das atribuições acima indicadas, poderá o Biomédico assumir a responsabilidade técnica, quer de Laboratórios, quer de indústrias, firmando os respectivos laudos ou pareceres. Para a realização dessas atividades o biomédico deverá ter o reconhecimento de habilitação na área específica. Para o exercício de quaisquer das atividades referidas, torna-se indispensável a prévia inscrição do Biomédico nos Conselhos.

http://www.trabalhosfeitos.com/

Links sobre a Reprodução humana assistida

Links sobre a Reprodução humana assistida

http://www.youtube.com/watch?v=fCxKZsN5KfE
http://www.scielo.br/pdf/%0D/csp/v20n3/22.pdf
http://www.youtube.com/user/projetobeta?feature=results_main
http://franreproducaohumana.com.br/
http://www.youtube.com/watch?v=FlFCVvQXpGc
http://www.youtube.com/watch?v=yhXcmXojAnI&feature=related
http://www.ligadareproducaoassistida.com.br/sobre
http://www.revistaautor.com/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=468:as-ticas-de-reprodu-humana-assistida&catid=15:direito&Itemid=44

http://www.trabalhosfeitos.com/

A história do biomédico

Em novembro de 1950, na segunda reunião anual da Sociedade Brasileira para Progresso da Ciência (SBPC), realizada em Curitiba, foram apresentadas pelo professor Leal Prado de Carvalho, num simpósio sobre seleção e treinamento de técnicos, as idéias básicas que deveriam orientar os cursos de graduação e pós-graduação em ciências biomédicas ou biomedicina.
Em dezembro de 1950, foi convocada uma reunião pelos professores Leal Prado de Carvalho e Ribeiro do Vale, para discutir o assunto, em que participaram representantes da Escola Paulista de Medicina (EPM), da Universidade de São Paulo (USP), do Instituto Butantan e do Instituto Biológico.
A graduação de biomedicina tinha como objetivo a formação de profissionais para atuar como docentes especializados nas disciplinas básicas das escolas de medicina e de odontologia, da mesma maneira pesquisadores científicos nas áreas de ciências básicas, e com conhecimentos suficientes para auxiliar pesquisas nas áreas de ciências aplicadas. 
Com a federalização da Escola Paulista de Medicina e a entrada em vigor da lei 4.024 de 1961, que estabelecia as diretrizes e bases da educação nacional, o regimento da Escola Paulista de Medicina foi modificado, sendo aprovado pelo então Conselho Federal de Educação em 8 de julho de 1965. 
Previa-se nesse novo regimento, no capítulo III, a organização de um curso de graduação biomédica e, no capítulo IV, que trata dos cursos de pós-graduação, estabelecia-se a criação do curso de doutorado em ciências biomédicas, não somente para os graduados em ciências biomédicas, como para egressos de outros cursos de graduação, a juízo do Conselho Departamental da instituição.
Com a certeza de que existia um mercado nacional para tais especialistas, o conselho departamental da EPM tratou de obter condições para colocar em funcionamento o curso de graduação, o de mestrado e o de doutorado em ciências biomédicas, que, em linhas gerais, se destinaria à preparação de especialistas, pesquisadores e docentes neste campo das ciências. 
Terminada a 4ª série do curso de graduação, o aluno poderia seguir carreira não universitária, trabalhando em indústrias de fermentação, alimentação, farmacêutica, laboratórios de análises biológicas e de controle biológico, institutos biológicos e laboratórios de anatomia patológica.
Embora formado em curso reconhecido, o egresso encontrava sérias dificuldades para inserção no mercado de trabalho, visto que a profissão de biomédico ainda não era regulamentada em lei e os exames laboratoriais, embora sem exclusividade legal, eram realizados por médicos e farmacêutico-bioquímico.
A luta árdua para regulamentar a profissão inicia-se com a participação efetiva das escolas Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras Barão de Mauá (atual Centro Universitário Barão de Mauá), Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Santo Amaro (atual Universidade de Santo Amaro - UNISA), Universidade de Mogi das Cruzes e Universidade Federal de Pernambuco, envolvendo seus diretores, alunos e egressos.
A atuação dos biomédicos junto aos órgãos governamentais, à classe política, além da busca dos seus direitos, culminou na exposição interministerial, que elaborou o projeto de lei nº 1660/75. foi realizado um árduo trabalho na câmara dos deputados por formados, acadêmicos e instituições de biomedicina. O referido projeto foi aprovado na Câmara dos Deputados, com emendas, e no Senado Federal foi substituído pelo de número 101/77, do então senador Jarbas Passarinho, o qual possibilitava, além da regulamentação da profissão de biomédico, a profissão de biólogo.
O resultado fez com que a categoria surgisse forte e unida, vendo sua pretensão realizada nas Leis 6.684/79, 6.686/79 (e sua posterior alteração com a Lei 7.135/83, que permitiu a realização de análises clínicas aos portadores de diploma de Ciências Biológicas – Modalidade Médica, bem como aos diplomados que ingressaram no curso em vestibular realizado até julho de 1983); Decreto 88.394/83, que regulamentou a profissão e criou o Conselho Federal de Biomedicina; e a Resolução nº 86 do Senado Federal, de 24 de junho de 1986, ratificando acordo realizado no Supremo Tribunal Federal, assegurando definitivamente o direito do profissional biomédico de exercer as análises clínico-laboratoriais.
Nos dias atuais, as escolas de biomedicina seguem as novas tendências educacionais, de acordo com as diretrizes curriculares nacionais do curso de graduação em biomedicina, aprovadas no parecer nº 104, de 13 de março de 2002, e consolidadas pela resolução nº 2, de 18 de fevereiro de 2003, da câmara de educação superior do conselho nacional de educação.

MANUAL DE ESTÁGIOS DO CURSO DE BIOMEDICINA

Introdução
Os estágios no Curso de Bacharelado em Biomedicina têm como objetivos oportunizar a aplicação de conhecimentos técnico-científicos adquiridos nas disciplinas do curso, através da vivência prática, em seus aspectos de observação, acompanhamento, gestão e execução. Além disso, os estágios proporcionam ao estagiário a real experiência orientada na aplicação de conhecimentos adquiridos durante o curso e contribuir para o desenvolvimento pessoal, social, técnico e ético do futuro profissional.
O estágio não obrigatório constitui atividade de ensino opcional e não prevista na matriz curricular realizada por discente regularmente matriculado em Curso de Graduação do Centro Universitário e que ocorre em ambiente de trabalho da parte concedente mediante a assinatura prévia de termo de compromisso e acompanhamento por professor orientador.
Os estágios obrigatórios são previstos na matriz curricular, e devem ser cursados por todos os estudantes do Curso de Biomedicina, o qual contribuirá para que o mesmo adquira duas habilitações perante o Conselho Regional de Biomedicina 1ª Região.

Estágios Não Obrigatórios
Os estágios não obrigatórios do Curso de Biomedicina poderão ser realizados a partir do segundo semestre do curso, tendo cursado as disciplinas de Química Geral e Orgânica, Biofísica e Biologia Celular, em atividades que assegurem o desenvolvimento de competências e habilidades previstas no perfil do egresso ou que agreguem valor à formação do discente.
Tendo em vista as possíveis implicações decorrentes da legislação e visando assegurar a confessionalidade e o caráter eminentemente pedagógico da relação de estágio, não serão deferidas as solicitações ou renovações de estágio não obrigatório que tenham por objetivo a realização de atividades não compatíveis com a Visão, Missão e Princípios da Instituição, a Política de Ensino do Centro Universitário Metodista, e com o Projeto Pedagógico do Curso de Biomedicina. Os discentes não poderão realizar as práticas de estágio em locais ou instalações que não disponham das condições necessárias para o desenvolvimento das atividades requeridas.
O estágio não obrigatório não compõe a carga horária curricular obrigatória do curso. Assim, caso o mesmo seja realizado, não dispensará a realização do estágio obrigatório previsto na matriz curricular.
A carga horária de realização de estágio não obrigatório poderá ser aproveitada como Atividade Complementar (AC), mediante a apresentação de certificado da parte concedente e dentro dos limites previstos no Projeto Pedagógico e no Regulamento de AC do curso.
A realização de 500 horas de estágio não obrigatório durante o último ano de conclusão do curso possibilita a solicitação de habilitação na área realizada, desde que: a habilitação seja reconhecida pelo Conselho Federal de Biomedicina, é sugerido que o concluinte curse disciplinas teóricas optativas específicas à habilitação requerida e a concedente do estágio deve emitir certificado de realização das horas e atividades desenvolvidas.

Avaliação 
Considerado como atividade de ensino, o estágio não obrigatório deve ser avaliado respeitando o disposto no Regimento do Centro Universitário Metodista.
A avaliação deverá ser efetivada através de dois instrumentos:
a) Do discente será exigida a apresentação de relatório das atividades em prazo não superior a 6 (seis) meses, do qual o professor orientador deve dar visto (página 18);
b) Do professor orientador será exigido um relatório avaliativo semestral das instalações da parte concedente do estágio e sua adequação à formação cultural e profissional do discente.
Não será atribuído nota ou conceito às avaliações, apenas a menção de adequado ou não. Tendo em vista que esta modalidade de estágio é facultativa, o resultado da avaliação não condiciona a aprovação do discente nas demais disciplinas da matriz curricular, nem pode ser exigido como requisito para a colação de grau.

Setor de Estágios
O Setor de Estágios, sob orientação da Coordenadoria de Graduação, deverá ser o setor encarregado de:
a) Efetivar a articulação acadêmica e operacional do curso (professor orientador responsável) com o discente e com a parte concedente;
b) Efetivar termo de compromisso entre o discente e a parte concedente;
c) Efetivar eventuais convênios de concessão de estágio com entes públicos e privados, quando for interesse do Centro Universitário;
d) Manter controle e registro dos discentes em estágio não obrigatório indicando a parte concedente, o período de estágio e o professor orientador responsável;
e) Manter arquivo de relatórios semestrais de estágio não obrigatório dos professores orientadores e dos discentes.

Professor Orientador
Segundo a legislação, é responsabilidade da IES indicar professor orientador, da área a ser desenvolvida no estágio como responsável pelo acompanhamento e avaliação das atividades.
Serão responsabilidades do professor orientador responsável:
a) Acompanhar as atividades exercidas pelo discente;
b) Assinar o termo de compromisso;
c) Exigir do discente a apresentação periódica, em prazo não superior a 6 (seis) meses, de relatório das atividades;
d) Dar visto nos relatórios das atividades apresentados;
e) Zelar pelo cumprimento do termo de compromisso;
f) Elaborar relatório avaliativo semestral das instalações da parte concedente do estágio e sua adequação à formação cultural e profissional do discente.

Estágio Obrigatório
O Curso de Biomedicina do Centro Universitário Metodista proporcionará ao discente a realização de 2 (dois) estágios curriculares obrigatórios, sendo um deles na área de Análise de Alimentos (Análises Bromatológicas) e o outro em Laboratórios de Análises Clínicas. A duração dos estágios é de 1000 horas no total, 500 horas cada, somando-se às 402 horas de prática de estágio, a carga horária das disciplinas do 7º e 8º semestres. Tanto no Estágio Supervisionado I quanto no II do curso de Biomedicina, o aluno deverá cursá-lo em instituições para que fique assegurada assim a visita dos Supervisores Acadêmicos nos respectivos locais. É responsabilidade do acadêmico participar das reuniões e manifestar o seu interesse em realizar o estágio nos meses de janeiro e fevereiro ou junho e julho fica a critério do professor e da coordenação do curso a avaliação e o ingresso do aluno ao respectivo local conveniado.
Desta forma, fica assegurado a qualidade e contato próximo de supervisores acadêmicos, locais e coordenação de curso.

Supervisão do Estágio

Supervisão Acadêmica
A supervisão dos estágios será exercida por um ou mais docentes indicados pelo Coordenador do Curso de Biomedicina (Supervisor Acadêmico). As atribuições do Supervisor Acadêmico do estágio são:
1. Estruturar, coordenar e supervisionar as atividades dos alunos estagiários.
2. Promover reuniões e encontros com os alunos estagiários para acompanhamento das atividades.
3. Divulgar os convênios de estágio existentes e indicar possíveis instituições que serão campos de prática profissional.
4. Organizar, orientar e encaminhar os alunos aos locais conveniados.
5. Manter o controle e os registros acadêmicos, através do acompanhamento das fichas de frequência do estagiário.
6. Participar da avaliação final dos relatórios de estágio dos alunos matriculados.
7. Comunicar à Coordenação do Curso de Biomedicina qualquer fato anormal que ocorra durante o estágio.
8. Oferecer sugestões para o bom desempenho das atividades do estágio.

Supervisão Local
A supervisão das atividades do aluno junto à Instituição Concedente será de responsabilidade do Supervisor Local, indicado pelo responsável da Instituição Concedente (Conveniada). Este profissional deverá possuir graduação em área compatível com as atividades que o estagiário estiver realizando seu estágio. As atribuições do Supervisor Local são:
1. Permitir ao estagiário o acompanhamento das atividades do profissional na área de Águas ou de Alimentos, para o caso do Estágio Supervisionado I, e na área de atuação em Laboratório de Análises Clínicas, para o caso do Estágio Supervisionado II.
2. Garantir o cumprimento das horas descritas pelo aluno na Declaração de Horário de Estágio.
3. Comunicar ao Supervisor Acadêmico qualquer fato anormal que ocorra durante o estágio.
4. Preencher a Ficha de Avaliação Final de Estágio Supervisionado 
5. Dar vista no relatório elaborado pelo estagiário e consentir com a entrega (página 15).

 Orientação sobre a Avaliação
A avaliação do trabalho desenvolvido pelo discente (estagiário) durante o estágio será composta pela avaliação do desempenho de suas habilidades e competências através da Ficha de Avaliação do Estágio Supervisionado (página 10) e análise dos Trabalhos Finais. Sendo que aprovação fica condicionada a entrega do relatório e da ficha de avaliação do Supervisor Local.
A nota para os Estágios Supervisionados I e II (página 13) será constituída:
40% Avaliação das Atividades Práticas pelo Supervisor Local 
30% Avaliação das Atividades Práticas pelo Supervisor Acadêmico Compreendendo: 10% autoavaliação, 10% participação nos encontros programados e 10% apresentações e entrega de atividades.


Historia da biomedicina

A Biomedicina completou 40 anos de existência no A Biomedicina completou 40 anos de existência no Brasil em 2006. Tudo começou em 1966 com a implantação do primeiro curso na Escola Paulista de Medicina com o nome na época de Ciências Biomédicas Modalidade Médica ou, como era mais conhecido, Ciências Biomédicas. Inicialmente o curso procurou formar profissionais para atuar na área docente e de pesquisa nas áreas da biologia e medicina, áreas estas que na época estavam carentes de profissional atualizados e exclusivamente dedicados aos novos avanços da saúde. O curso obteve grande aceitação e prestígio, o que favoreceu a sua implantação em outras universidade como: Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ, 1967), Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (USP, 1967), Faculdade de Ciências Médicas e Biológicas de Botucatu (UNESP, 1967) e Universidade Federal de Pernambuco (UIFPE, 1968). Desde então o curso tem se expandido e rompido fronteiras nacionais A consolidação de uma categoria forte deu-se com a regulamentação da profissão em 1979 e a implantação do Conselho Federal e os Conselhos Regionais de Biomedicina. Além de grandes conquistas nas áreas científicas nestes mais de 40 anos a Biomedicina já obteve grandes vitórias legais em relação a sua área de atuação. Com o slogan "Um profissional a serviço da saúde" a Biomedicina é hoje uma versátil e importante profissão da saúde nacional. Abrangendo um leque de 33 habilitações legalmente estabelecidas, além de ser vanguarda nas novas áreas da saúde humana. O Curso de Bacharelado em Biomedicina propõe-se a formar profissionais de alta capacidade na atividade de pesquisa e docência em nível superior, nas diversas áreas da Biomedicina. Para maiores informações sobre a história da criação da Biomedicina acesso o link abaixo e faço o download do livro da Campanha Nacional de Divulgação da Biomedicina, que além dos principais marcos da profissão traz muitas outras informações relevantes a quem quer seguir a carreira.
Brasil em 2006. Tudo começou em 1966 com a implantação do primeiro curso na Escola Paulista de Medicina com o nome na época de Ciências Biomédicas Modalidade Médica ou, como era mais conhecido, Ciências Biomédicas. Inicialmente o curso procurou formar profissionais para atuar na área docente e de pesquisa nas áreas da biologia e medicina, áreas estas que na época estavam carentes de profissional atualizados e exclusivamente dedicados aos novos avanços da saúde. O curso obteve grande aceitação e prestígio, o que favoreceu a sua implantação em outras universidade como: Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ, 1967), Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (USP, 1967), Faculdade de Ciências Médicas e Biológicas de Botucatu (UNESP, 1967) e Universidade Federal de Pernambuco (UIFPE, 1968). Desde então o curso tem se expandido e rompido fronteiras nacionais A consolidação de uma categoria forte deu-se com a regulamentação da profissão em 1979 e a implantação do Conselho Federal e os Conselhos Regionais de Biomedicina. Além de grandes conquistas nas áreas científicas nestes mais de 40 anos a Biomedicina já obteve grandes vitórias legais em relação a sua área de atuação. Com o slogan "Um profissional a serviço da saúde" a Biomedicina é hoje uma versátil e importante profissão da saúde nacional. Abrangendo um leque de 33 habilitações legalmente estabelecidas, além de ser vanguarda nas novas áreas da saúde humana. O Curso de Bacharelado em Biomedicina propõe-se a formar profissionais de alta capacidade na atividade de pesquisa e docência em nível superior, nas diversas áreas da Biomedicina. Para maiores informações sobre a história da criação da Biomedicina acesso o link abaixo e faço o download do livro da Campanha Nacional de Divulgação da Biomedicina, que além dos principais marcos da profissão traz muitas outras informações relevantes a quem quer seguir a carreira. 

EXAME PARASITOLÓGICO DO SANGUE HEMOSCOPIA


Obtenção do sangue A- Da micro-circulação superficial.
Finalidade: Preparação de esfregaços em lâminas ou outros processos que usem pequenas quantidades de sangue.
Material: Lanceta Algodão ou gaze Álcool 70% iodado Local da punção: Ponta do dedo anelar esquerdo ou lóbulo da orelha. Em crianças pequenas, punciona-se a polpa do grande artelho. Técnica de punção: Limpar, massageando o local com álcool iodado, deixando secar espontaneamente.
Puncionar firmemente com a agulha ou lanceta. Repetir a operação caso não atinja a profundidade desejada (2 a 3 mm). Desprezar a primeira gota de sangue, aproveitando as seguintes para fazer o esfregaço. B- Do sangue venoso
. Finalidade: Colhem-se, quando for necessário usar, volumes da ordem de mililitros.
Material: Seringa descartável com dimensão adequada à quantidade de sangue a ser colhido. Agulha com calibre e comprimentos adequados. Tubo estéril (com anticoagulante: citrato, heparina ou EDTA). Algodão ou gaze. Álcool iodado a 70%. Anticoagulantes: Solução de citrato de sódio Citrato de sódio (Na3C6H5O7.2H2O) 3,8 g Solução salina a 0,85% 100 ml Dissolver o citrato de sódio na solução salina fisiológica. Autoclavar (15’ a 121ºC). Usar 0,5 ml de citrato para 4,5 ml de sangue. Solução de heparina Heparina 6,4 mg Solução salina a 0,85% 100 ml Usar 0,25 ml da solução para 5 ml de sangue.

Solução de EDTA Ácido etilenodiaminotetracético (EDTA) 5 g Água destilada deionizada 100 ml Dissolver o anticoagulante em água; distribuir em alíquotas de 0,4 ml e deixar secar. Este volume de EDTA é suficiente para 10 ml de sangue.

O objetivo desta prática é mostrar como são realizados os principais métodos de exame de sangue e aprender a examinar no microscópio laminas preparadas pelo método do esfregaço em camada delgada.

REFERÊNCIAS

NEVES, Pereira David. Parasitologia Humana. São Paulo: Editora Atheneu, 2005.11 ª ed.

MARIANO. Melo Lena Maria. Manual de Parasitologia Humana. Ilhéus: Editora Editus, 2005.1ª ed.